domingo, 9 de março de 2008

Nada que a consciência não preze


Miha barba, não o seu trabalho
Quando o Word trava, véio, é foda!
Dessa forma eu não trabalharei
Vai a merda!

Na jugular da matina
Com uma matilha de motoqueiros
A noite de asfalto caiu
Latidos, latidos ao leú, ninguém nunca imaginou
Tempo, todo tempo, tempo para sem passar
Fim sem semana
Mês mas mês mas mês mas
Na luminosidade da manhã a cor erótica tomou o seu lugar e branco se opôs ao negro, tomando seu lugar

Árvore, passarinho, chuva e mel

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Autoria: Augusto M. Anjos, Davi Boarato e Pedro Paulo Andrade Jr.

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